28 março 2017

Anti-global

09:12


Deste modo a diversidade não se perde, apenas se enriquece com o impulso da globalização. Mas, como qualquer corrente de pensamento, como qualquer cultura, a “globalização” necessita de agentes que a sustentem. No campo da cultura, ou das culturas, são essencialmente as formas de organização social que se constituem como motores de divulgação. 

Essa promoção acontece sempre em dois momentos distintos: um primeiro de âmbito mais restrito, recolhe informação, divulga-a, promove localmente e assegura adeptos. Num segundo, porém, alarga o seu campo de acção e aproveita os mecanismos da globalização para a tornar conhecida, enriquecendo-a.
Creio que, em matéria de Cultura Gastronómica e Báquica, a Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira está nesse patamar e a caminho do segundo momento. Precisamente, no momento em que, todos os que hoje se deixam envolver na actividade mais mobilizadora do mundo, o turismo, procuram a tradição, o autêntico e o genuíno.
Miguel Fernandes, confrade efectivo da AMC/CGM.

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