01 julho 2016

AMC/CGM congratula-se com medida do parlamento regional para preservar tradições

09:47

A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira defende desde 2002 a elevação da gastronomia tradicional da Madeira a Património Cultural Regional e congratula-se com a aprovação, pelo Parlamento Legislativo da Região Autónoma da Madeira, do "Regime Jurídico Para o Património Imaterial Regional."
A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira defende que a aprovação do Regime Jurídico para o Património Imaterial Regional pela Comissão de Especialidade não é só necessária como urgente e deseja que esta proposta seja aprovada pela respetiva Comissão de forma unânime.

(Notícia do Diário de Notícias da Madeira, edição impressa de 30 de Junho de 2016):

PSD deixa passar medida para preservar tradições
Diploma do CDS cria regime jurídico para Património Imaterial Regional.

A abstenção do PSD não significa que o diploma seja aprovado na votação final, mas o certo é que, ontem, no parlamento regional, uma proposta do CDS que cria um regime jurídico para salvaguarda do património imaterial regional foi viabilizada e segue para discussão na especialidade.
Uma medida defendida por José Manuel Rodrigues que tem como principal objectivo inventariar e proteger as tradições madeirenses. As maiores divergências poderão surgir na constituição de uma comissão com representantes do governo, autarquias e especialistas.

O deputado do CDS considera necessário inventariar e preservar tradições, técnicas, práticas sociais, rituais e eventos festivos que são característicos da Região e constituem o seu património imaterial.
“O turista que nos visita não procura apenas o clima, o mar e a serra, procura a vivência culturais do povo madeirense”, afirma.

Josefina Carreira defendeu a posição da maioria e recordou os trabalhos de recolha e inventariação de tradições e costumes. O PSD considera a proposta uma adaptação da lei nacional e vai apresentar propostas de alteração na especialidade.

“Todos os dias estes patrimónios se extinguem”, lembrou Élvio Sousa (JPP), arqueólogo de profissão que alerta para a urgência da medida.

Na discussão da medida, Roberto Almada (BE) aproveitou para alertar para a situação da Associação Encontros da Eira que devido à falta de meios, sobretudo de apoios oficias, tem a sua actividade em risco.

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